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sexta-feira, 11 de março de 2011

Terremoto atingiu o Brasil, segundo registro de sismógrafo da Unicamp. Mais de 50 países em estado de alerta

JAPONESES SE REFUGIAM NOS TOPOS DOS EDIFÍCIOS PARA ESCAPAR DO TSUNAMI NO JAPÃO

TSUNAMI NO JAPÃO VISTO DE UM SATELITE DE ALTA RESOLUÇÃO (Tsunami hits Japan)

Tsunami japão -usina nuclear . Direto do Japão.

tsunami japão -imagens-ineditas-incriveis (globo)

TERREMOTO E TSUNAMI NO JAPÃO

Informe do IG, imagens impressionantes do tsunami no Japão

Clique no título
Os mortos já chegam às centenas
Milhares às 22:30, na Ásia e África

Informes da BBC

Vídeos:

Tsunami arrasa com o que encontra pela frente
http://www.youtube.com/watch?v=RmvKZ62J69U

Imagens do enorme redemoinho formado pela tsunami
http://www.youtube.com/watch?v=c5Lvlgyy2mQ&feature=relmfu

Terra em transe.

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Tsunami destrói instalações da Toyota, Honda e Nissan
Não se sabe ainda a quantidade de mortos

Tsunami atinge várias partes do planeta

Clique no título para ver os pontos vulneráveis

Tsunami no Japão

O tsunami ou a tsunami?

Os substantivos japoneses são neutros, ou seja, não são nem masculinos, nem femininos.

Na passagem para a língua portuguesa, porém, esses substantivos entram como masculinos: “o caraoquê”, “o caratê”, “o quimono”, “o sashimi”, “o shoyu”, “o sushi”, “o yakisoba”, “o tsunami”.

Exceção: “a tempura"

A ditadura está bem viva

Ótimo texto do Eduardo Guimarães, em seu blog

As reações de chefes militares à instalação da Comissão Nacional da Verdade por meio de projeto de lei que o Poder Executivo promete enviar ao Congresso Nacional são apenas a ponta do iceberg que torna imperativa tal Comissão, ainda que os otimistas perguntem por que devemos revolver um passado que é mais confortável olvidar.
O resgate histórico do período de sombras que vai de 1964 a 1985, com a eleição (indireta) do primeiro civil após 21 anos de ditadura militar, não objetiva tão-somente preservar a memória do passado para evitar que se repita no futuro. Objetiva, sobretudo, combater ameaças contemporâneas.
Por doloroso que seja, é preciso constatar que a ditadura não está morta. Ela vive e paira sobre a nação.

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Meu comentário

Do Emir Sader, hoje, na Carta Maior:

“(…)
Quem tem medo da democracia no Brasil? As elites, que fizeram do nosso país o mais desigual do mundo, e agora se ressentem da inclusão social dos que sempre foram postergados, discriminados, humilhados, ofendidos, marginalizados. São os que sempre tiveram todos os privilégios e acreditavam que o país era deles, que o Brasil era das elites brancas e ricas.

Quem tem medo da democratização tem medo dos trabalhadores, que produzem as riquezas do Brasil. Tem medo dos trabalhadores sem terra, que querem apenas acesso à terra no país com maior área cultivável no mundo, importa alimentos, mas mantem milhões de gente no campo sem acesso à terra. Tem medo dos jovens, que não leem jornais, mas leem e escrevem na internet, irreverentes, que lutam pela liberdade de expressão e de formas de viver, em todas as suas formas. Tem medo dos intelectuais críticos e independentes, que não tem medo do poder dos monopólios e da imprensa mercantil e suas chantagens. Tem medo dos artistas e da sua criatividade sem cânones dogmáticos e sem pensar no dinheirinho dos direitos de autor, mas na liberdade de expressão e na cultura como um bem comum. Tem medo dos nordestinos pobres, que como Lula, não se rendeu à pobreza e à discriminação e se tornou o presidente mais popular do Brasil. Tem medo de que todos eles queiram ser como o Lula.

Quem tem medo da democracia no Brasil tem saudade da ditadura, quando detinha o monopólio da palavra, conversavam e elogiavam os militares no poder, sem que ninguém pudesse contestá-los publicamente. Os que têm saudades do Brasil para poucos, da elite que cooptava intelectuais para governar em nome dela.
Quem não tem medo da democracia no Brasil não tem medo de nada, porque não tem medo do povo brasileiro.

http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id=678

Muhammad Ali, spin boxeador

Por André, no LNO
Simplesmente perfeito:
Artista cria retrato de Muhammad Ali utilizando 1.300 sacos de pancada
Estrutura gigante levou três anos para ser concluída.
Obra está em exibição em Los Angeles, no estado da Califórnia
Do G1, em São Paulo

O artista Michael Kalish criou uma escultura com o retrato do ex-boxeador americano Muhammad Ali utilizando 1.300 sacos de pancada, que estão suspensos em uma estrutura de alumínio de mais de uma tonelada.
A estrutura gigante levou três anos para ser concluída e está em exibição em Los Angeles, no estado da Califórnia (EUA).
 Estrutura gigante levou três anos para ser concluída. (Foto: Oyler Wu/Barcroft Media/Getty Images)

Fonte, mais imagens, fotos, tirinhas, charges, clique aqui

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Rose, spin feminista, humana

Fiz esta pergunta pq gosto dela, há tempos não há vejo, como suscitou-se um debate na blogosfera dei vontade de saber
Kd a Rose
Olha aqui ela
Achei



Debate: sexo contra sexo ou classe contra classe

Do Blog do Azenha no Brasilianas.Org

Autor: Conceição Oliveira
Autor: Marta Lamas e Cecília Toledo
Por Antônio Arapiraca
Do Viomundo

Como Marta Lamas sou uma feminista inconveniente, vamos negociar?
Por Conceição Oliveira do Blog Maria Frô, twitter: @maria_fro

Sou mulher isso me torna feminista?

Não sou uma intelectual do feminismo, quero crer que tenho uma prática de combate ao sexismo na convivência diária com homens e mulheres, próximos ou distantes. Digamos que as condições materiais me fizeram refletir sobre minhas próprias ações e discursos e a prestar muita atenção em como me educar, educar meus companheiros e educar uma menina que pari para que ela saiba que merece todo o respeito de seus semelhantes, assim como deve respeito a todos os seus semelhantes. Desejo e me esforço educando-a para que ela aprenda que tem direitos iguais aos homens, que consiga identificar sinais de opressão e reagir a eles do modo mais eficiente possível.

Eu enfrentei uma gravidez sozinha, porque me separei no primeiro mês de gestação. Não fiz aborto e defendo a discriminalização do aborto. Não acho que por ser mulher eu esteja automaticamente qualificada a falar com propriedade sobre o feminismo. Mas acho que entendo um pouco o que é ser mulher numa sociedade sexista e como mãe de uma garota de quatorze anos eu queria compartilhar dois eventos recentes.


Adolescer num universo sexista

Não é fácil ser adolescente do sexo feminino num mundo machista onde do vendedor de pastel do zoológico a um atrevido cliente de um restaurante ambos se sentem no direito de ignorar a diferença de idade, o comum acordo que se estabelece em situações de paqueras (azaração ou o termo que sua faixa geracional preferir) e investir no assédio de mão única.

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Lygia Clark, spin pintora ou escultura, da espécie humana

Clark, Lygia (1920 - 1988)        

Críticas






"A trajetória de Lygia Clark é a aventura do espaço. A torção da lógica do plano
 em fluxo das pulsões define seus marcos. Desde a percepção empírica dos
degraus de escadas como uma estrutura arquitetônica de planos, o processo de
 Lygia Clark implica a conversão de uma arte sobre o plano geométrico em
 poética da topologia e de sua experiência. Da dimensão planar à
compreensão da possibilidade de discussão da configuração material do
plano pictórico, do redimensionamento do geométrico em campo do olhar
para articulação dos sentidos, depois voltados para uma arquitetura do espaço
 interior do sujeito (...) Entre a 'obsessão'  de Cézanne e a 'loucura' de Van Gogh,
 poderia ser situada a posição de Lygia Clark como 'não-artista', que assim seria
 comparável a 'uma tela inacabada' de Cézanne (ao deixar o linho cru transparecer
como parte constitutiva da paisagem pintada), diz Frederico Gomes. Clark avança
 para ultrapassar a importância do objeto. O artista não é o que apresenta o objeto,
mas o que propõe a experiência, como em Caminhando. A relação clara é entre o
artista e o Outro. Em paralelo, Oiticica fala da 'supressão definitiva da obra de arte'.
Na constituição do corpo coletivo, Lygia Clark explora trocas num tecido de alteridades.
 Hélio Oiticica declara-se um não moderno. Finalmente, a atuação da artista, o Outro e os
objetos relacionais são engajados numa ação terapêutica, ultrapassado o limite entre arte
 e vida. Não existe, nesta prática, qualquer possibilidade de ação no plano do sistema
de arte, seja o museu, o mercado, a crítica ou a história. Lygia assume os extremos
 de seu projeto: declara-se não-artista. Sua relação de alteridade, através de
 sua atuação cultural, paulatinamente, se desloca da fruição do espectador e de sua
atuação (como na teoria do não-objeto) para a compreensão do Outro como ser
 necessário e finalmente sujeito concreto".
Paulo Herkenhoff
HERKENHOFF, Paulo. A aventura planar de Lygia Clark: de caracóis, escadas e caminhando. In: CLARK, Lygia. Lygia Clark. São Paulo: MAM, 1999. p. 7, 57.


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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Gullar x Luta Antimanicomial

Ainda criança me contavam que o autor de Canção do Exílio (Gonçalves Dias) escreveu este poema quando estava no exílio, onde sonhava em voltar, sendo que morreu a caminho, no navio, de tuberculose.Assim como GD, Gullar também é do Maranhão.Não concordo com o ponto de vista de FG no que diz respeito a arte contemporânea, política, luta antimanicomial, etc,Mas não podemos negar que FG deu uma grande contribuição para a cultura brasileira