Dia 70 no calendário spin
sexta-feira, 11 de março de 2011
Informe do IG, imagens impressionantes do tsunami no Japão
Clique no título
Os mortos já chegam às centenas
Milhares às 22:30, na Ásia e África
Os mortos já chegam às centenas
Milhares às 22:30, na Ásia e África
Informes da BBC
Vídeos:
Tsunami arrasa com o que encontra pela frente
http://www.youtube.com/watch?v=RmvKZ62J69U
Imagens do enorme redemoinho formado pela tsunami
http://www.youtube.com/watch?v=c5Lvlgyy2mQ&feature=relmfu
Tsunami arrasa com o que encontra pela frente
http://www.youtube.com/watch?v=RmvKZ62J69U
Imagens do enorme redemoinho formado pela tsunami
http://www.youtube.com/watch?v=c5Lvlgyy2mQ&feature=relmfu
Terra em transe.
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Tsunami destrói instalações da Toyota, Honda e Nissan
Não se sabe ainda a quantidade de mortos
Tsunami destrói instalações da Toyota, Honda e Nissan
Não se sabe ainda a quantidade de mortos
Tsunami no Japão
O tsunami ou a tsunami?
Os substantivos japoneses são neutros, ou seja, não são nem masculinos, nem femininos.
Na passagem para a língua portuguesa, porém, esses substantivos entram como masculinos: “o caraoquê”, “o caratê”, “o quimono”, “o sashimi”, “o shoyu”, “o sushi”, “o yakisoba”, “o tsunami”.
Exceção: “a tempura"
Os substantivos japoneses são neutros, ou seja, não são nem masculinos, nem femininos.
Na passagem para a língua portuguesa, porém, esses substantivos entram como masculinos: “o caraoquê”, “o caratê”, “o quimono”, “o sashimi”, “o shoyu”, “o sushi”, “o yakisoba”, “o tsunami”.
Exceção: “a tempura"
A ditadura está bem viva
Ótimo texto do Eduardo Guimarães, em seu blog
As reações de chefes militares à instalação da Comissão Nacional da Verdade por meio de projeto de lei que o Poder Executivo promete enviar ao Congresso Nacional são apenas a ponta do iceberg que torna imperativa tal Comissão, ainda que os otimistas perguntem por que devemos revolver um passado que é mais confortável olvidar.
O resgate histórico do período de sombras que vai de 1964 a 1985, com a eleição (indireta) do primeiro civil após 21 anos de ditadura militar, não objetiva tão-somente preservar a memória do passado para evitar que se repita no futuro. Objetiva, sobretudo, combater ameaças contemporâneas.
Por doloroso que seja, é preciso constatar que a ditadura não está morta. Ela vive e paira sobre a nação.
Leia mais>>>
Meu comentário
Do Emir Sader, hoje, na Carta Maior:
“(…)
Quem tem medo da democracia no Brasil? As elites, que fizeram do nosso país o mais desigual do mundo, e agora se ressentem da inclusão social dos que sempre foram postergados, discriminados, humilhados, ofendidos, marginalizados. São os que sempre tiveram todos os privilégios e acreditavam que o país era deles, que o Brasil era das elites brancas e ricas.
Quem tem medo da democratização tem medo dos trabalhadores, que produzem as riquezas do Brasil. Tem medo dos trabalhadores sem terra, que querem apenas acesso à terra no país com maior área cultivável no mundo, importa alimentos, mas mantem milhões de gente no campo sem acesso à terra. Tem medo dos jovens, que não leem jornais, mas leem e escrevem na internet, irreverentes, que lutam pela liberdade de expressão e de formas de viver, em todas as suas formas. Tem medo dos intelectuais críticos e independentes, que não tem medo do poder dos monopólios e da imprensa mercantil e suas chantagens. Tem medo dos artistas e da sua criatividade sem cânones dogmáticos e sem pensar no dinheirinho dos direitos de autor, mas na liberdade de expressão e na cultura como um bem comum. Tem medo dos nordestinos pobres, que como Lula, não se rendeu à pobreza e à discriminação e se tornou o presidente mais popular do Brasil. Tem medo de que todos eles queiram ser como o Lula.
Quem tem medo da democracia no Brasil tem saudade da ditadura, quando detinha o monopólio da palavra, conversavam e elogiavam os militares no poder, sem que ninguém pudesse contestá-los publicamente. Os que têm saudades do Brasil para poucos, da elite que cooptava intelectuais para governar em nome dela.
Quem não tem medo da democracia no Brasil não tem medo de nada, porque não tem medo do povo brasileiro.
http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id=678
As reações de chefes militares à instalação da Comissão Nacional da Verdade por meio de projeto de lei que o Poder Executivo promete enviar ao Congresso Nacional são apenas a ponta do iceberg que torna imperativa tal Comissão, ainda que os otimistas perguntem por que devemos revolver um passado que é mais confortável olvidar.
O resgate histórico do período de sombras que vai de 1964 a 1985, com a eleição (indireta) do primeiro civil após 21 anos de ditadura militar, não objetiva tão-somente preservar a memória do passado para evitar que se repita no futuro. Objetiva, sobretudo, combater ameaças contemporâneas.
Por doloroso que seja, é preciso constatar que a ditadura não está morta. Ela vive e paira sobre a nação.
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Meu comentário
Do Emir Sader, hoje, na Carta Maior:
“(…)
Quem tem medo da democracia no Brasil? As elites, que fizeram do nosso país o mais desigual do mundo, e agora se ressentem da inclusão social dos que sempre foram postergados, discriminados, humilhados, ofendidos, marginalizados. São os que sempre tiveram todos os privilégios e acreditavam que o país era deles, que o Brasil era das elites brancas e ricas.
Quem tem medo da democratização tem medo dos trabalhadores, que produzem as riquezas do Brasil. Tem medo dos trabalhadores sem terra, que querem apenas acesso à terra no país com maior área cultivável no mundo, importa alimentos, mas mantem milhões de gente no campo sem acesso à terra. Tem medo dos jovens, que não leem jornais, mas leem e escrevem na internet, irreverentes, que lutam pela liberdade de expressão e de formas de viver, em todas as suas formas. Tem medo dos intelectuais críticos e independentes, que não tem medo do poder dos monopólios e da imprensa mercantil e suas chantagens. Tem medo dos artistas e da sua criatividade sem cânones dogmáticos e sem pensar no dinheirinho dos direitos de autor, mas na liberdade de expressão e na cultura como um bem comum. Tem medo dos nordestinos pobres, que como Lula, não se rendeu à pobreza e à discriminação e se tornou o presidente mais popular do Brasil. Tem medo de que todos eles queiram ser como o Lula.
Quem tem medo da democracia no Brasil tem saudade da ditadura, quando detinha o monopólio da palavra, conversavam e elogiavam os militares no poder, sem que ninguém pudesse contestá-los publicamente. Os que têm saudades do Brasil para poucos, da elite que cooptava intelectuais para governar em nome dela.
Quem não tem medo da democracia no Brasil não tem medo de nada, porque não tem medo do povo brasileiro.
http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id=678
Muhammad Ali, spin boxeador
Por André, no LNO
Simplesmente perfeito:
Artista cria retrato de Muhammad Ali utilizando 1.300 sacos de pancada
Estrutura gigante levou três anos para ser concluída.
Obra está em exibição em Los Angeles, no estado da Califórnia
Do G1, em São Paulo
O artista Michael Kalish criou uma escultura com o retrato do ex-boxeador americano Muhammad Ali utilizando 1.300 sacos de pancada, que estão suspensos em uma estrutura de alumínio de mais de uma tonelada.
A estrutura gigante levou três anos para ser concluída e está em exibição em Los Angeles, no estado da Califórnia (EUA).
Estrutura gigante levou três anos para ser concluída. (Foto: Oyler Wu/Barcroft Media/Getty Images)
Fonte, mais imagens, fotos, tirinhas, charges, clique aqui
Simplesmente perfeito:
Artista cria retrato de Muhammad Ali utilizando 1.300 sacos de pancada
Estrutura gigante levou três anos para ser concluída.
Obra está em exibição em Los Angeles, no estado da Califórnia
Do G1, em São Paulo
O artista Michael Kalish criou uma escultura com o retrato do ex-boxeador americano Muhammad Ali utilizando 1.300 sacos de pancada, que estão suspensos em uma estrutura de alumínio de mais de uma tonelada.
A estrutura gigante levou três anos para ser concluída e está em exibição em Los Angeles, no estado da Califórnia (EUA).
Estrutura gigante levou três anos para ser concluída. (Foto: Oyler Wu/Barcroft Media/Getty Images)
Fonte, mais imagens, fotos, tirinhas, charges, clique aqui
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Rose, spin feminista, humana
Fiz esta pergunta pq gosto dela, há tempos não há vejo, como suscitou-se um debate na blogosfera dei vontade de saber
Kd a Rose
Olha aqui ela
Achei
Debate: sexo contra sexo ou classe contra classe
Do Blog do Azenha no Brasilianas.Org
Autor: Conceição Oliveira
Autor: Marta Lamas e Cecília Toledo
Por Antônio Arapiraca
Do Viomundo
Como Marta Lamas sou uma feminista inconveniente, vamos negociar?
Por Conceição Oliveira do Blog Maria Frô, twitter: @maria_fro
Sou mulher isso me torna feminista?
Não sou uma intelectual do feminismo, quero crer que tenho uma prática de combate ao sexismo na convivência diária com homens e mulheres, próximos ou distantes. Digamos que as condições materiais me fizeram refletir sobre minhas próprias ações e discursos e a prestar muita atenção em como me educar, educar meus companheiros e educar uma menina que pari para que ela saiba que merece todo o respeito de seus semelhantes, assim como deve respeito a todos os seus semelhantes. Desejo e me esforço educando-a para que ela aprenda que tem direitos iguais aos homens, que consiga identificar sinais de opressão e reagir a eles do modo mais eficiente possível.
Eu enfrentei uma gravidez sozinha, porque me separei no primeiro mês de gestação. Não fiz aborto e defendo a discriminalização do aborto. Não acho que por ser mulher eu esteja automaticamente qualificada a falar com propriedade sobre o feminismo. Mas acho que entendo um pouco o que é ser mulher numa sociedade sexista e como mãe de uma garota de quatorze anos eu queria compartilhar dois eventos recentes.
Adolescer num universo sexista
Não é fácil ser adolescente do sexo feminino num mundo machista onde do vendedor de pastel do zoológico a um atrevido cliente de um restaurante ambos se sentem no direito de ignorar a diferença de idade, o comum acordo que se estabelece em situações de paqueras (azaração ou o termo que sua faixa geracional preferir) e investir no assédio de mão única.
Para continuar lendo clique em mais informações, logo abaixo
Kd a Rose
Olha aqui ela
Achei
Debate: sexo contra sexo ou classe contra classe
Do Blog do Azenha no Brasilianas.Org
Autor: Conceição Oliveira
Autor: Marta Lamas e Cecília Toledo
Por Antônio Arapiraca
Do Viomundo
Como Marta Lamas sou uma feminista inconveniente, vamos negociar?
Por Conceição Oliveira do Blog Maria Frô, twitter: @maria_fro
Sou mulher isso me torna feminista?
Não sou uma intelectual do feminismo, quero crer que tenho uma prática de combate ao sexismo na convivência diária com homens e mulheres, próximos ou distantes. Digamos que as condições materiais me fizeram refletir sobre minhas próprias ações e discursos e a prestar muita atenção em como me educar, educar meus companheiros e educar uma menina que pari para que ela saiba que merece todo o respeito de seus semelhantes, assim como deve respeito a todos os seus semelhantes. Desejo e me esforço educando-a para que ela aprenda que tem direitos iguais aos homens, que consiga identificar sinais de opressão e reagir a eles do modo mais eficiente possível.
Eu enfrentei uma gravidez sozinha, porque me separei no primeiro mês de gestação. Não fiz aborto e defendo a discriminalização do aborto. Não acho que por ser mulher eu esteja automaticamente qualificada a falar com propriedade sobre o feminismo. Mas acho que entendo um pouco o que é ser mulher numa sociedade sexista e como mãe de uma garota de quatorze anos eu queria compartilhar dois eventos recentes.
Adolescer num universo sexista
Não é fácil ser adolescente do sexo feminino num mundo machista onde do vendedor de pastel do zoológico a um atrevido cliente de um restaurante ambos se sentem no direito de ignorar a diferença de idade, o comum acordo que se estabelece em situações de paqueras (azaração ou o termo que sua faixa geracional preferir) e investir no assédio de mão única.
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Lygia Clark, spin pintora ou escultura, da espécie humana
Clark, Lygia (1920 - 1988) Críticas
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segunda-feira, 24 de maio de 2010
Gullar x Luta Antimanicomial
Ainda criança me contavam que o autor de Canção do Exílio (Gonçalves Dias) escreveu este poema quando estava no exílio, onde sonhava em voltar, sendo que morreu a caminho, no navio, de tuberculose.Assim como GD, Gullar também é do Maranhão.Não concordo com o ponto de vista de FG no que diz respeito a arte contemporânea, política, luta antimanicomial, etc,Mas não podemos negar que FG deu uma grande contribuição para a cultura brasileira
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